Uma história de amor

Olá, crianças.

Saiu na semana passada: Cee-lo Green, mais conhecido hoje em dia como “aquele gordo daquela música legal, como é mesmo o nome?”, lançou seu mais novo single da sua volta à carreira solo.

(Antes de continuar, uma explicação: a música legal que muita gente não lembra o nome é APENAS uma das maiores canções pop dos últimos anos, e atende pelo nome de “Crazy“, do Gnarls Barkley. O GB é (foi?) um duo formado pelo Dj e produtor Danger Mouse (que fez, entre outras coisas, o brilhante Grey Album, mixando Jay-Z e Beatles - google it, now!) e pelo já citado Cee-lo Green. “Crazy” rendeu a eles, entre outros prêmios e indicações, o Grammy de melhor música alternativa de 2007. Não é pouca coisa!)

Mas enfim. Cee-lo lançou em seu canal no Youtube (e antes disso no Facebook) sua nova música. Com o título inocente, ingênuo e delicado de “F**k you” (vocês sabem o que vai no lugar dos asteriscos, né?), o cantor/rapper canta a desilusão amorosa da sua infância e adolescência, e, é claro, em como ele deu a volta por cima. Toda a tragicomédia é encenada no SENSACIONAL videoclipe que vocês conferem abaixo:

 

 

Dedicado a essa menina que partiu o coração dele quando ele ainda não era rico e famoso (ele mesmo canta que se fosse mais rico, ainda estaria com ela), a canção desponta como uma das favoritas das pistas e dos mp3 players em 2010. E nem vamos mencionar o fato de que ele manda ela se ferrar (pra não usar a tradução literal) dezenas de vezes na música! É muito ódio nesse coraçãozinho. Dá até pena (da menina, é lógico)!

Espero que vocês tenham gostado de mais essa recomendação. Até porque música com atitude, dançante, grudenta, e de qualidade, não é sempre, meus caros. Aliás, “The Ladykiller”, álbum novo do Cee-lo Green, está previsto para lançamento em dezembro. Esperemos!

\O

(@masenfim)

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Ah, a idolatria…

Diz a reportagem da Radar Online que o búlgaro Penio Daskalov, de 24 anos, pretende se transformar na Lady Gaga. Para tal, passará por uma cirurgia de mudança de sexo.

Sim, cirurgia de mudança de sexo. Você leu corretamente.

Ele disse para o site americano que realmente admira o jeito como ela criou o seu personagem, e que, quando ele fizer as suas operações, não será nem exatamente um homem, nem exatamente uma mulher.”

… O que parece óbvio, não?

Daskalov, que participou do Big Brother búlgaro (e, segundo a reportagem, enganou até os participantes da casa se passando por mulher), também disse que já entrou em contato com os empresários da Lady Gaga, a fim de gravar um dueto com a cantora.

Enfim.

Como eu já desisti de procurar algum sentido no mundo em que vivemos há bastante tempo, deixo com vocês a cereja do bolo: um trailer com imagens do sujeito.

Até \O

 

 

 

@masenfim

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Girl power!

Gaga? Katy? Britney? Miley? Ke$ha? Bieber?

Não! Hoje falaremos de cantoras e de “bandas de meninas” (óun que amor!) menos conhecidas pelas bandas de cá. Veja os vídeos e dê a sua opinião!

VV Brown

A britânica lançou seu début, “Travelling Like The Light”, ano passado e já é considerada uma promessa lá fora. Influenciada por Aretha Franklin (como toda cantora negra) e pelas áureas épocas do bebop, a cantora traz de volta o visual retrô com muita classe para o cenário pop atual (diferentemente de uma outra popstar da black music mais conhecida pelos escândalos envolvendo bebida e drogas…)

Confira “Crying Blood“:

Marina And The Diamonds

Marina Diamandis, também britânica, lançou seu primeiro disco neste ano. “The Family Jewell” é outro grande disco do pop atual. Vou postar aqui o clipe de “Mowgli’s Road”, que é fantástico, mas recomendo a todos que procurem na internet os vídeos das apresentações dela ao vivo. Imperdível.

Confira “Mowgli’s Road

Janelle Monáe

A americana já está no seu segundo álbum. “The ArchAndroid” é um pouco instável, mas só o clipe (e a MARAVILHOSA coreografia) de “Tightrope” vale muito a pena, eu garanto (sem falar na participação do Big Boi, do Outkast).

Confira “Tightrope“:

The Like

Essa é mais antiguinha. A banda do Sul da Califórnia surgiu em 2001, e, creio eu, deve ser mais conhecida por ter uma canção na trilha do filme “Aos Treze”. Não ouvi os outros álbuns com muito esmero, mas recomendo com força o último disco delas, “Release Me”. Rock descontraído, nostálgico, e de qualidade.

Confira “Wishing He Was Dead

Bueno, por hoje é só. Gostaram? Hein? Hein?

@masenfim

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nx zero e meras coincidências

A cada ano temos essas paradinhas de VMB, e o prêmio Multishow, etc. E já temos algumas caras marcadas, Skank, D2, Pitty, NX Zero e mais alguns (ou acham que Restart e Cine vão ser figurinhas repetidas nos próximos?).

E, sempre vemos aquele discursinho de: “Não conseguiríamos nada sozinhos” e “Tivemos ajuda” etc? Pois é. Tem gente que, de fato, não conseguiria nada sem ajuda. E, aproximando-se VMB, terminado Prêmio Multishow, NX Zero ta aí (ainda). Que, não ta entendendo? Achando nexo zero (=NX Zero, pros pseudo-fãs que não sabiam) no post? É. Eu explico. Um dos prêmios de NX Zero mereceria ir pro Alkaline Trio. “Razões e Emoções” é uma ‘coincidência’ (pra não usar aquela palavra com P) danada com “Radio”. Não acredita? Não adianta nem fechar os olhos (ou os ouvidos no caso né? Dã). Então, vejamos as evidências:

OBS: Não só Alkaline Trio foi vitima das “coincidências” do Di & CIA.

4 delas ;)

Mais uma.

Agora, é hilariante:

Os caras do Taking Back Sunday falando sobre a “coincidencia”

e a resposta - FAIL - do NX Zero

Uma dica: peço que votem em ‘melhor banda’ e o raio que o parta, com a mesma seriedade que irão votar nas eleições para presidente.

@yurilop

e sigam @musicis_

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Vê-eme-beijomeliga

Olá, crianças.

Dia 16 de Setembro, a Mtv, conhecida como “o canal da música” (insira gargalhada ruidosa aqui) premia os queridinhos da emissora da audiência através do voto popular. Nos últimos anos, a emissora preteriu o “júri”, o voto “técnico” (sim, aspas em tudo neste post) a deixar os prêmios na mão do público. Não vou entrar em reflexões sobre as trágicas consequências que isso trouxe para a credibilidade do prêmio em si, mas, como estou chegando agora neste blog, decidi me arriscar em uma “missão impossível” (entra a trilha sonora do filme)…

Votar nas principais categorias musicais do VMB 2010.

Começaremos pelo Artista do Ano (mas peraí, não era pra ser um prêmio para os videoclipes?):

Os votáveis, segundo meu gosto pessoal, eram o Arnaldo Antunes e o Otto, que lançaram excelentes discos em 2009 (google it, kid) e se consolidaram ainda mais no cenário “new MPB samba rock vanguarda oi não gosto de rótulos” do pop nacional. Skank também mereceria minha atenção pela sua história, mas o último trabalho deles é tão chato que os ignorei dessa vez. Votei no Arnaldo Antunes, e provavelmente fui o único. O prêmio provavelmente irá para a Restart.

Depois, Clipe do Ano. Agora sim. DEPRESSÃO.

Votei no Mombojó por respeito à banda, que tem conteúdo, mas nem eles passariam pela minha peneira. Minhas apostas para o vencedor vão para o NX Zero ou, claro, a Restart.

Na categoria Artista Internacional, mais tristeza. Justin Bieber e Lady Gaga provavelmente devem estar disparados na frente, seguidos de perto pela Ke$ha e pelo Paramore. Eu votei na Katy Perry. Baita cantora, performer, e muito gost… ahn… encantadora. Minha rainha do pop atual.

Show do Ano: Arnaldo Antunes e Otto novamente indicados. Juntamente com NX Zero e Pitty, grandes ídolos da gurizadinha adolescente há alguns anos (”É só uma fase”, penso com meus botões, “é só uma fase”). Votei no Otto pelos vídeos de shows dele no Youtube e pelo interessante Mtv Apresenta de alguns anos atrás.

A MELHOR (/sarcasmo) categoria de todas é a de Hit do Ano. Músicas assumidamente e assustadoramente chicletentas, e quase todas péssimas. NX Zero, Pitty e Restart, como sempre, devem correr na frente. Votei na baladinha meia-boca do Skank, “Noites de um Verão Qualquer“, por ser a mais “suportável” das indicadas.

Na categoria Revelação, que premia, segundo o website, “a banda que surgiu e surpreendeu em 2010“, não tem pra ninguém: Restart na cabeça. Votei na quase desconhecida e megatalentosa Karina Buhr, que lançou um disco com letras brilhantes e com aquele sopro de inovação que a música precisa de tempos em tempos, mesmo que não atinja o grande público. Vale a pena procurar pelas músicas dela.

A categoria Aposta Mtv, que premia os artistas com “potencial”, é a mais interessante, porque nela sim, são todos desconhecidos do grande público. Dos cinco indicados, conhecia apenas a competente Apanhador Só e o grande destaque do ano na música nacional até agora: Thiago Pethit.

(Fui ao show dele no Santander Cultural, em junho deste ano. “Berlim, Texas”, debut do músico paulistano, ganhou meu coração - ui - na primeira audição. Com um quê de vaudeville, dois quês de Rufus Wainwright, e uma pitada da essência pop inexplicável e dificílima de alcançar hoje em dia, Thiago Pethit refina a música comercial e merece mais destaque da crítica e da imprensa brasileira. Ponto pra Mtv por indicá-lo - a ele e aos outros concorrentes.)

Para o post não ficar mais longo e cansativo do que já deve estar (e aliás, obrigado ao leitor insistente que ainda está aí… tem alguém aí?), me poupei de votar e comentar nas categorias específicas de estilo musical, e nas categorias não-musicais. A última categoria para votação, Aposta Internacional, estava repleta de nomes muito, muito, MUITO desconhecidos. Meu voto foi pra maravilhosa Janelle Monáe, mas não comentarei sobre ela… neste post. Aguardem.

Nota-se que a Mtv ainda mantém um respeito pelos artistas que realmente merecem receber prêmios pelo seu trabalho. Músicos já consagrados, talentos das “novas gerações”, que têm competência, qualidade e apresentam inovação nos seus trabalhos, são citados como indicados. Vejo isso como uma homenagem, talvez como um pedido de desculpas, já que, como escrito no início do post, a votação aberta ao público limita os vencedores quase que exclusivamente aos artistas que ficaram famosos pelo Jabá, pela grana envolvida, ou pelo famoso QI (para os leigos, “quem indica”, o truque e o trocadilho mais velho da pilantragem comercial).

A MusicTelevision brasileira revolucionou a mídia no seu nascimento, há décadas, e até hoje tem alguns programas interessantes ou pelo menos passíveis de ser assistidos na sua grade. Infelizmente, como todas as emissoras de tevê, precisa ter audiência, e entra nesse círculo vicioso de lançar os artistas, torná-los famosos e depois se sustentar da imagem e da fama desses mesmos artistas.

Maaaaaaaaaaaaaaas enfim. Se, assim como eu, você também não segue os líderes das paradas pop/rock atuais e gostaria de encarar o desafio de votar no VMB, poste aqui seu comentário!

E, logicamente, se você detestou meus apontamentos e já gastou o dedo votando no Restart ou no Cine ou no Justin Bieber, que são lindos, maravilhosos, e mais importante, ainda não têm muitos pelos pubianos, proteste também. Vamos abrir a discussão.

Espero que tenham gostado. Até a próxima!

(E em breve, minha “fotchééénho” estará aqui ao lado dos “curadores” do blog! Não vejo a hora =P)

@masenfim

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teatro, ácido e beatles

A música, nossa querida e, recentemente, banalizada música. Não vive só das rádios, das compras de discos, do download, etc. Ela esta presente em tudo. No comercial das lojas de móveis, das propagandas de carros (que, alias, andam se puxando), nos filmes, nas novelas, nos elevadores, nos nossos assobios no chuveiro, no teatro, etc. E é sobre este último que eu vou falar.

Há algumas semanas, fui ver minha lindíssima, gostosíssima e tesudíssima namorada na estréia da peça “A Cantora Careca” de Ionesco. Esse fato já é de deixar qualquer marmanjo derretido. É uma coisa meio voyeur sem a parte sexual. Ver ela sendo aplaudida e provocando gargalhadas na platéia me deixou extasiado. Mas enfim, não vamos mais falar dela. Não é o principal (pelo menos para o post). Procurando referências na internet da peça apresentada pelo grupo de teatro Neelic, não vi nenhuma citação a respeito da trilha da peça. Beatles! SIM!

Alguns momentos antes de entrar na sala, o som de “Come Together” já te deixa com uma boa expectativa. Quando vê o pessoal viajando no palco, a gente começa a suspeitar da fumaça que invade a sala.

Daí a gente pula pra romanticazinha “Oh, Darling”. Com a dança do casal Smith.

E, minha parte e música favorita. Não me considerem algum tipo de drogado por causa da minha preferência musical. Lucy in the Sky with Diamonds . É muito engraçada e muito bem colocada a música na peça. É uma viagem de ácido. Mas dizer isso chega a ser redundante.

Além dessas, já citadas, a gente ouve Yellow Submarine e, pra fechar, Help!. Quem quiser prestigiar pelo teatro, vá! Quem quiser prestigiar pela música, vá! Se for pelos dois, melhor! Eu sou suspeito pra falar, obvio. Mas é mais fácil vocês concordarem ou discordarem da minha (im)parcialidade vendo a peça, apreciando boa música e rindo um bocado.

Quer saber onde, quando, quanto, essas coisas todas né?
É no Gasômetro, sala 504 (por conseqüência no 5º andar, né), míseros 6 pilas pra quem levar carteira de estudante (12 pra quem não levar). Infelizmente, me atrasei pra fazer o post. A peça ficou em cartaz todos finais de semana de agosto. Nos resta esse domingo e o próximo finde. Todas as apresentações são às 20h30min. Recomendo.

(divulgação)

O elenco: Suelen Gotardo, Jordan Maia, Michel Houli, Thyandra Baldez, Karen Albrecht, Cristiane Bastos

Viva a música, viva o teatro, viva beatles e viva o áci.. quer dizer… haha

@yurilop

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1 comentário

músicas para se ver

Criar um clipe de uma música, na minha opinião, é uma tarefa complicada. É difícil traduzir em imagens e cenas toda a subjetividade dos sentimentos expressos nas palavras e na melodia de uma música - música é para se sentir. De tempos em tempos me deparo com clipes que sinto que traduziram muito bem a minha interpretação, e às vezes - só às vezes - me deparo com clipes que considero tão bons que se torna impossível só ouvir. São músicas para se ver também.

No último mês, encontrei dois.

Eminem feat. Rihanna - Love The Way You Lie

Na minha pré-adolescência, desenvolvi uma crush pelo Eminem, que ficou esquecida por muitos anos. Pensei que esse clipe pudesse ser o responsável pelo retorno da minha paixonite - mas a verdade é que ele passou quase despercebido por mim, já que o clipe conta com a presença de Dominic Monaghan (que fez Lost e FlashForward) e da perfeita Megan Fox (aposto desnecessário).

A seqüência de cenas foi apaixonada, intensa, forte - aquele tipo de história que não precisa de muita explicação para entender, se identificar, até mesmo desejar. E traduziu perfeitamente as palavras que iniciam a música: just gonna stand there and watch me burn, but that’s alright because I like the way it hurts - just gonna stand there and hear me cry, but that’s alright because I love the way you lie…

The Pretty Reckless - Miss Nothing

Já minha crush pela Taylor Momsen não é segredo nenhum - não faltaram elogios à loira na última vez que falei sobre ela aqui. No primeiro clipe da banda, Taylor aparece poderosíssima de cinta-liga, vestido justo e make forte. Mas o mais importante de tudo é a atitude que ela veste do começo ao fim - impossível terminar de ver sem sentir que ganhou um pouquinho desse poder todo.

Magérrima e muito sexy, ela ainda geme avisando: I’m Miss Used, miscontrued, I don’t need to be saved. Para assistir repetidas vezes e pensar no refrão: and as I watch you disappear into the ground, my one mistake was that I never let you down! So I’ll waste my time, and I’ll burn my mind - I’m Miss Nothing, I’ll Miss Everything…

@clarissawolff

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A (d)evolução da música

Olá, crianças.

Meu nome é Ricardo Alves, tenho 21 anos, sou músico e estudo Letras na PUCRS. E estarei de hoje em diante neste blog pra falar, é lógico, de música. Mas enfim.

Há 43.000 anos, na Eslóvénia, foi encontrada uma flauta fabricada a partir do fêmur de um javali. “Um pouco” depois, há 36.000 anos, foi encontrada uma flauta de três buracos em uma caverna na Alemanha, feita de ossos de cisne.

Pense um pouco: há mais de 40.000 anos atrás, música já existia, mesmo que na sua forma mais primitiva. Pensou? Mesmo? Então seguiremos com a linha do tempo.

O período clássico da música erudita ocidental ocorreu entre os séculos XVIII e XIX. Dessa época surgiram Bach, Mozart e Beethoven, mais conhecidos hoje em dia por causa dos ringtones do celular da sua mãe.

Dando mais um salto na nossa rápida cronologia, para tempos bem mais atuais, as empresas de transmissões radiofônicas e televisivas descobriram que música poderia ser extremamente lucrativa. Afinal, nos anos 30, surgia um esboço do que viria a ser a guitarra elétrica. A Fender e a LesPaul surgiram nas décadas de 50 e 60.

E quatro carinhas em Liverpool fizeram da música uma mania.

Nessas décadas, além dos Beatles, tivemos Elvis, Stones, Jimi Hendrix, todos os grandes artistas da Motown (responsável pelo Soul, pelo R’n'B, e muito depois pelo Hip Hop), músicos e compositores que fizeram história, e que, guardadas as proporções, são lembrados e citados até hoje, assim como Bach, Mozart e Beethoven. Nos anos 80, nem seria preciso citar, mas tivemos Madonna e Michael Jackson, os dois grandes últimos nomes do pop. O último, talvez o maior artista pop que já existiu.

TUDO isso pra chegarmos neste ano, em 2010. Peço então aos leitores que reflitam sobre isso: o que vocês mais ouvem hoje em dia? Quais as músicas não saem das rádios nos últimos meses? São as mesmas do ano passado? Essas músicas agradam vocês? Vocês se imaginam escutando as músicas que escutam hoje daqui a uns cinco anos? Vocês escutam a mesma coisa que vocês escutavam cinco anos atrás?

Qual a trilha sonora da sua vida?

Dirijo essa reflexão especialmente aos leitores que, por ventura, sãoembalados pelo que mais toca nas rádios. Pelos “hits”. Pelo que alguns chamam “modinhas”. Pensem nisso. E comentem aqui, se quiserem. Vamos abrir essa reflexão nesse meu post de estreia.

Por ora, é isso. Estou aqui, como já disse, pra falar de música. Música boa, música ruim, e principalmente, músicas que EU acho boas e ruins. Não me interessa se é questão de gosto. Aqui, gosto se discutirá sim.

Até breve, gurizada. Espero que tenham gostado. Aguardo pelos comentários. Vejo vocês em breve \O

@masenfim

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1 comentário

katylicious perry

Ontem, tava andando de carro e começa a tocar California Gurls, da Katy Perry no rádio. Obviamente, comentei:

- Essa Katy Perry é mó gata, né? (ta, “mó gostosa” pra ser mais fiel)
- Ah, acho ela muito nada a ver.
Parei o carro, olhei pra ele e perguntei no tom mais calmo que eu consegui:
- COMASSIM MANO?

Ah, todo mundo vai dizer que existe gosto, que tem gente que acha bonita a Rita Cadillac, que gosta de Latino, etc.. Mas pera aí. A Katy é linda, canta bem, she kissed a girl and she liked, que tu quer mais? Po, fiquei de cara!

A guria é mó breaking the rules, os pais são mega crentes, começou cantando em coral de igreja e hoje faz feat com o Snoop. #RESPECT Ta, ok, o Yuri tem uma paixonite por ela. Mas agora me dizer que ela é “nada a ver” pô. Mas efim, vejam se minha paixonite tem ou não fundamento. Mesmo que não goste da música, vale a pena assistir o vid no mute, se for o caso.

@yurilop

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das kapital

Sexta-feira fui no show da Capital Inicial. Não sou o maior fã, não conhecia todas as músicas. Vibrei com “Natasha” e com “Mulher de Fases” basicamente. O Pepsi On Stage é muito bom. Como todo mundo sabe né. O complicado é estacionar o carro no canteiro na frente do arroio e receber a facada de vinte reais, mas ok.

Mas enfim, o show. É bom, principalmente se levarmos em consideração a idade dos caras e do tombo recente do Dinho. O cara pula, corre, rebola (sim, rebola!) e canta. E canta muito. Não é nenhum tenor, mas ninguém quer um tenor em uma banda de rock. E ele canta tanto quanto nos discos. Nada de decepções nesse quesito. Os caras tocam pra caramba. Além disso,  o Dinho é muito simpático como front man, conversou com o público, apontava pros fãs mais exaltados (que só os deixava, ainda mais, exaltados), piscava, tudo.  Lembrou que a primeira música do Capital a tocar em rádio foi em uma aqui de Porto Alegre. Show bom. Bastante agradável. Tinha um pessoal mais velho, casado. Também tinha um pessoal mais jovem (mais do que eu :D). Como espetáculo, teria sido quase perfeito, não fosse o babaca do meu lado. Mas ta tudo bem.

E ah, como ex-estudante da faculdade de História. O nome do CD “Das Kapital” é o máximo. Google It. ;)

@yurilop

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