Há limites!!!

Lembra que outro dia eu falei do The XX com pancadão? Não? Olha! Lá no final eu disse que se fizessem mash up pancadão de alguma banda que eu amasse (usei os Beatles como exemplo) eu não ia me ofender. Tá, mas assim ó, se fosse BEM FEITO, né!!! Aí o João Brasil (@joaobrasil) me faz isso?!?!?!?!?!?!?! Não vou dizer o que eu acho. Sério. Sério… Raios de ódio. Muitos.

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Sua banda abrindo pro Green Day

Ã?

A MTV tá promovendo um concurso pra bandas independentes que queiram abrir o show do Green Day em são Paulo, dia 20 de outubro. Pra se inscrever, o cidadão deve entrar no site do concurso e se cadastrar até 28 de setembro. Se a banda for de fora de Sampa, vai ganhar também o transporte até a capital. Dívers, ã?

Quanto à mim, ainda to tentando decidir se quero ou não ir nesse show. Queria mesmo me teletransportar pra lá só nas horas das músicas legais, de antes do Dookie. Será que dá? AloR?

Com informações da Folha Online via @camom.

Em comemoração, a minha favorita dos caras. E a sua, qual era?

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Shoooooooow

Lembra que eu falei da Holger um dia aqui? Neste sábado (depois de amanhã), os caras lançam disco no Estúdio Emme, aqui em São Paulo. Serviço vai abaixo. Eu vou. Acho que você também deveria ir. Os caras são muito legais de ouvir, mas são ainda MAIS LEGAIS de show. Sério…

Holger + Lemonade sábado no Estúdio Emme
Holger + Lemonade sábado no Estúdio Emme
Show de lançamento do disco Sunga, do Holger + Lemonade (USA) Dia 11.9 (hohohoh) às 23h

No Estúdio Emme ( Av. Pedroso de Morais, 1036 Pinheiros - São Paulo - SP)

R$ 25 (nomes pra lista@estudioemme.com.br) ou R$ 35 pra pessoas bestas sem email

Mais informações aqui ó!

E se tu nunca ouviu a banda, vai aqui ó!

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Gente boa que merece

Eu fiz um curso de crítica musical com o Márcio Pinheiro uma vez lá na Famecos (PUCRS). Entre as várias coisas que discutimos em aula, estava a promiscuidade da relação jornalista X mundo da música. Desde então eu sempre penso nisso quando vou escrever de algum amigo, mas logo passa e eu decido que, se o cara for realmente bom, eu falo, mas, se ele for realmente ruim, eu ignoro. Se o cara não fosse meu amigo e fosse ruim, eu provavelmente falaria, mas, como é, me reservo o direito de ficar simplesmente quieta.

Isso foi pra explicar os dois casos abaixo, de gente amiga e que é realmente boa.

WANNABE JALVA - Os primeiros são os guris da Wannabe Jalva. Achei que já tinha falado deles aqui, mas dei uma vasculhada e percebi que não. Os guris têm a banda há pouquíssimo tempo (meses), mas já tão fazendo vários shows e um som bem redondinho. Claramente influenciados pelo hard core e punk californianos dos anos 90, os Jalva fazem um som gostoso de ouvir, levemente dançante e solar. Come and Go, a primeira na lista do MySpace dos caras, lembra muito Red Hot ali do fim dos 90, início dos 2000. Dizem que o show é demais também, mas eu nunca vi (shame on me). Recomendo fortemente.

LUCIO VASSARATH - A coisa que melhor descreve o Lucio, na minha opinião, é uma historinha. Um vez eu cheguei na casa dele, lá em Porto Alegre, e ele tava com dois vinis do Sgt Peppers. Aí eu perguntei “tá, e aí… pra que dois?”. Ele respondeu com a maior naturalidade: “essa aqui é a prensagem brasileira e esse outro aqui foi comprado lá em Londres. To ouvindo pra ver a diferença”. Ele faz parte da cultura rock de Porto Alegre, mesmo não sendo de nenhuma banda famosa. Já tocou com uma galera e agora tá fazendo uns lances autorais que, não podia ser diferente, são psicodélicos estilo fase “Lucy in the sky” dos Beatles, porém um pouco mais organizado (fez sentido pra você?). Eu REALMENTE gosto muito do som. Até onde eu sei, ele tá mixando mais algumas, portanto, vale ficar ligado no MySpace dele. Se você gosta de Júpiter Maçã, Oasis e até coisas como Bob Dylan e Neil Young, tem grandes chances de se render, como eu. Aliás, hoje, quando eu abri o email dele, todo escrito em inglês, fui correndo ouvir.

Tá, dos amigos, por enquanto, era isso.

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Beeshop + Pública em São Paulo

Beeshop + Pública no Na Mata Café hoje
Beeshop + Pública no Na Mata Café hoje
Nem desacostuma do feriado que hoje é dia de show. O Na Mata Café (Rua da Mata, 70 - Itaim Bibi) vai ser palco de um encontro gaúcho do rock (não confundir com “rock gaúcho” pelo amor de Deus que não tem nada a ver). O Lucas (Fresno), caso você more em Marte e ainda não saiba, tem um projeto paralelo bem diferente da banda que atraiu os holofotes do país todo. Sob o nome de Beeshop e acompanhado pela banda de apoio The Little Dogfeet, Lucas apresenta as músicas do disco que lançou em carreira solo.

Na mesma oportunidade (tipo shampoo+condicionador), você pode conferir um show de uma banda que eu já comentei aqui e faz muito sucesso lá na minha amada Porto Alegre. A Pública apresenta seu belo repertório pra galera da sua nova casa. Você deve conhecê-los de clipes e prêmios da MTV, mas, se ainda não sabe quem são, vai atrás que vale a pena. Eu já vi 720 mil shows da Pública e, posso garantir, é bem legal, os guris tocam bem e a música é bem boa. Confere aí uma entrevistinha com o Lucas e, em seguida, com o Pedro (vocal da Pública), falando do show e tudo.

NowPlaying - Apesar de ser bem diferente do seu trabalho na Fresno, o público que vai nos shows do projeto Beeshop é o mesmo? Você tinha o objetivo de chegar também nesse público? Ou tinha outra galera em mente?

Lucas - É mais ou menos o mesmo público, mas existe um pessoal que é mais especificamente fã do Beeshop. Muito fã da Fresno tá recém conhecendo esse meu trabalho, e muitos vão lá conferir, mais por curiosidade. Mas eu já sinto a formação de um público mais fiel, que realmente curte o som que tá rolando ali, que é bem diferente mesmo. O som tem uma vibração diferente, que acaba atraindo uma galera diferente. Não sei o quão intencional isso foi, mas eu tinha certeza que acabaria chamando atenção de um outro público. O que mais me impressiona é quantidade de tiozões e tiazonas que estão ouvindo Beeshop. Isso é demais mesmo, pois mostra pra mim mesmo que eu sou capaz de produzir sonoridades mais universais.

NP - Qual a sua relação com a banda Pública, que vai dividir o palco com você dia 8? Como você a apresentaria para o público que ainda não os conhece aqui em São Paulo?

L -  São caras que eu conheço desde quando morava em Porto Alegre. É uma banda que tem identidade forte e um público que cresce a olhos vistos. Sem falar que eu os admiro individualmente por serem exímios músicos, o que fica evidente no projeto paralelo chamado Império da Lã, no qual eles tocam na íntegra os álbuns mais clássicos da história da música. Acho que tem a ver com o som do Beeshop e que o público deles também vai gostar das minhas músicas.

NP - Qual o maior objetivo desse projeto Beeshop? Você pretende que ele fique grande, como a Fresno, ou é mais para “se divertir”?

L - Eu não conseguiria lidar com duas coisas da magnitude da Fresno. Me faltaria tempo, disposição e saúde. O Beeshop é um trampo complementar, mas que eu faço com muito amor e dedicação, pois sinto que cada vez mais pessoas vão conhecer essas músicas e se identificarem de alguma forma. Mas eu deixo crescer naturalmente, e tenho uma postura bem relax em relação às minhas ambições.

NP - O que a galera que vai no show do dia 8 deve esperar?

L - Será a segunda vez que me apresentarei em SP junto com a banda que me acompanha, que são os The Little DogFeet. A formação tá mais redonda e ensaiada, e o repertório, mais rico. A gente vai tocar praticamente o disco todo, além de uma ou outra surpresa pra galera. E sempre tem um pedido que a gente resolve atender na hora.

NowPlaying - Como você apresentaria a Pública, pro público que ainda não conhece aqui de São Paulo? como uma banda de rock, criada em porto alegre, com características do britpop, indie e pop mundial. cantamos em português e damos muita ênfase a melodia. já fomos indicados algumas vezes ao VMB/MTV e ganhamos ano passado como melhor banda de rock alternativo.

Pedro -  Que tipo de ligação você vê entre o projeto do Lucas, o Beeshop, e a Pública? olha, este projeto do lucas é um lance bem pop, com referências de keene, coldplay, e por aí vai. ele usa bastante piano, que é um instrumento bem característico da pública. então acho que neste quesito as bandas se aproximam.

NP - Essa fase nova da Pública, morando aqui em São Paulo, tá mexendo com o trabalho criativo de vocês? De que forma?

P - sim, está mexendo. temos ensaiado todos os dias as músicas do próximo disco. deixei para compor algumas letras aqui em sp, para pegar um clima da cidade, das pessoas, relacionamentos. e agora estamos totalmente dedicados a pública, vivendo da banda, o que é uma experiência inédita pra gente.

NP - O que a galera que vai nesse show do dia 8 pode esperar da Pública?

P - Pode esperar uma banda no auge, tocando como nunca e com muita vontade de estar num palco.

NP - Vocês têm mais algum show já agendado aqui em São Paulo? E em Porto Alegre?

P - sim, temos shows dias 17 e 18 deste mês aqui em sp. porto alegre tocaremos pela primeira vez depois da mudança no dia 9 de setembro. saimos do show com o beeshop direto pra guarulhos. quer coisa melhor!?

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The XX + pancadão = trendice ou heresia?

A pessoa mais trends que eu conheço é o @lftechera. É ele, não adianta. Assim, eu tenho amigas super antenadas, ligadas em moda, em música, em cultura, arte. A própria @lulifedrizzi é um ótimo exemplo. Mas ninguém, NINGUÉM, me dá mais o termômetro da tendência em COMPORTAMENTO que o @lftechera. Ah não! Tem sim! O @tatu43!!! Então, esses dois são os caras que mais ditam tendência de comportamento na minha cabeça.

Claro que isso não fez o MENOR sentido pra você que não conhece os dois. Na verdade, isso foi só pra dizer que o @lftechera me parou ontem pra mostrar as versões em pancadão de músicas da It Band do ano passado, The XX. Não ouviu ainda? Vai lá e te dedica. SEM PRECONCEITO.

Aí eu fiquei pensando. O que será que eu achei disso? Confesso que não consegui me manter sem rebolar um pouquinho na cadeira (voce também não, né? Não mente…. :p). Mas, ao contrário da Shakira, my hips lie, então eu parei mais um pouco pra pensar…

- Assim. Tá muito bem mixado, vai dizer? Coube direitinho no timing e tudo.

- Todo mundo acha lindo quando a M.I.A. faz pancadão em inglês. Dança, rebola e se acha gaaatis na balada ouvindo.

- O The XX é uma banda POP. PÓPE! Não é nem nunca vai ser a melhor banda do mundo. Não é uma banda ambiciosa, nunca trouxe nada de exatamente novo ou importante. É uma banda boa, gostosinha de ouvir e pronto. Se tivessem feito isso com os Beatles, eu acharia Uó, provavelmente. Não na real, acho que não.

- Tipo assim, eu não fico pessoalmente ofendida porque fizeram um remix de uma coisa que eu gosto com uma coisa que eu não gosto, apesar de odiar mashup. Eu me sinto mais ofendida quando a Preta Gil canta “hoje eu to solteira”. E eu nem gosto da Beyoncé TANTO ASSIM.

- Ouvir paradinha, em casa, qualquer coisa que tenha “tunts tunts tunts tuntuntunts” é bem ruim. De pomperô à dança da motinha… Conclusão? EU acho que, se tocar na balada, eu provavelmente vá dar muita risada e, dependendo do meu nível etílico, você me encontre com a mão no joelho, sacudindo sem coordenação, com toda aquela ginga da Graciema (Bento Gonçalves, região do Vale dos Vinhedos) que só quem já me viu requebrando até o chão conhece. Mas assim, é LIXO, tá? Consciente de que é LIXO, é junk food, come aí, dá risada e não leva a música pop mais a sério que ela merece.

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Bomba, Brasil!

LOS HERMANOS

Sabe qual a impressão que eu tenho quando vejo cada nova confirmação pros festivais que vão rolar por aí? De que essa guerra só vai acabar quando alguém trouxer o John do mundo dos mortos pra fazer um show dos Beatles lindo… hahahahaha Falando em trazer do mundo dos mortos (adooooooooooro gancho), quem foi confirmado pro dia 9 do SWU hoje? Los Hermanos. Eu AMO AMO AMO PRA SEMPRE a banda, tá? Mas aquele show no dia do Radiohead foi TÃO burocrático, com os caras TÃO de má vontade que eu tenho medo de ver denovo e estragar a minha vida. Sério. Foi lindo por um motivo só: o público. O público do Los Hermanos é o público MAIS AFUDÊ de banda brasileira do mundo, segura qualquer show. Mas não é o bastante.

MASSIVE ATTACK

Rá! Vai ter Massive Attack em São Paulo dia 16 de novembro. Além da gente, o pessoal de BH também poderá conferir os britânicos doidos donos de um show que (dizem) deve ser maravilhoso. Ingressos à venda a partir de 13 de setembro no site do HSBC Brasil - local onde rola o lance.

OK GO

Acabei de comprar os ingressos!!! Urruuuuuuuuuuuuuuu :) O meu amigo Arthur (@arthurdefaria) levantou uma questão interessante. Por que um sujeito quer assistir ao show do Ok Go se a melhor coisa sobre eles são os clipes? A minha resposta vem em 3 partes:

1) Tá relativamente barato (o que é raro);

2) É super dançante e tarde, o que quer dizer que vai ser meio baladinha, e, pelo preço que tá, vai ser isso mesmo. Portanto, to encarando mais como uma “festchinha” que como um “show de uma banda foda”

3) Nem todo show precisa ser o show da vida pra eu ter vontade de ver. Mas esses são os meus motivos né, galera!!!!

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Vem, Fatboy!

Quem - como eu - é besta ou muito azarado e não conseguiu ver o Fatboy Slim em nenhuma das 2384 vezes que ele veio pro Brasil, eis mais uma chance. AMANHÃ começa a venda de ingressos (pelo site Ingresso Rápido) para o Ultra Music Festival, que rola dia 6 de novembro aqui em São Paulo. Além do Fatboy Slim, tem Above & Beyond, o DJ set da Groove Armada e outros lances, no palco principal. Numa arena, rola o projeto Carl Cox and Friends, que contará com Moby, Fedde Le Grand e Yousef. Eu acho divertido. Dá pra saber mais informações aqui ó www.ultramusicfestival.com.br

Pra comemorar:



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Os 10 dos 90

Teve um tempo em que eu assistia MTV. Teve um tempo em que a MTV passava clipe. Teve um tempo em que esse era um dos produtos mais importantes da indústria musical, no qual se investia milhões de dólares e muitas horas de trabalho. Teve um tempo em que a MTV premiava mesmo quem era melhor (e não quem apelava mais ao público) e todo mundo achava isso muito legal. Inspirado nessa década sensacional, a de ouro na história videoclíptica, o Pitchfork fez uma lista dos 50 melhores clipes dos anos 90. Como eu achei bem razoável, resolvi replicar aqui. Beijo Spike Jonze, ídolo da vida. Aliás, eu sempre lembro daquele VMB que ele dançou no palco Praise You, com roupas cheias de luzes… divertidíssimo.

10. Missy Elliott - The Rain (Supa Dupa Fly) - Hype Williams, 1997

9. Björk - All is Full of Love - Chris Cunningham, 1999

Eu amo a Björk desde um tempo que eu não consigo lembrar. Me lembro muito de assistir esse clipe e achar incrível… acho que foi uma das primeiras coisas que eu consegui assistir e entender como artística na vida. Na verdade, eu lembro sim quando foi que eu me apaixonei por ela. Foi aqui ó: It’s all so quiet - Spike Jonze (1995)

8. UNKLE & Thom Yorke - Rabbit in Your Headlights -  Jonathan Glazer; 1998

7. The Chemical Brothers - Let Forever Be - Michel Gondry, 1999

Esse clipe sempre me hipnotizou. Sempre. Eu acho que parte do meu grande interesse por audiovisual começou nele. Aliás, foram esse clipe e um do Fatboy Slim (abaixo) os culpados por eu ter (ou ter tido?) tanta vontade de trabalhar com isso na vida.

6. Fatboy Slim - Praise You - Spike Jonze (usando o pseudonimo de Richard Koufey and the Torrance Community Dance Group), 1998 Falando nele, o Fatboy só tem clipes maravilhosos. O lance que eu falei acima, sobre o clipe do Chemical Brothers ter me despertado o amor pelo audiovisual, vale pra esse do Spike Jonze também. Eu PIREI nesse clipe. Acho que falei sobre ele exaustivamente (pobre @karenlanghanz). Eu sei que pensei sobre ele exaustivamente, assisti exaustivamente… Mas não custa ver denovo:

5. Beastie Boys - Sabotage - Spike Jonze, 1994 Caras… esse clipe… sério… Spike Jonze merece o meu amor eterno…

4. Björk - Bacherolette - Michel Gondry - 1997 A Björk também é foda, né… Só escolhe gente boa pra fazer seus clipes e tem músicas que são perfeitamente visualizáveis…. Sabe? E esse é o perfeito clipe daqueles que “contam uma história”, coisa que ficou TÃO, MAS TÃO banalizada e besta depois…

3. Daft Punk - Da Funk - Spike Jonze, 1997 (não achei pra embedar, sorry)

Apesar de achar Daft Punk geralmente genial (às vezes é uma merda…) e de ter todo esse amor pelo Spike Jonze, fazia MUITO tempo que eu não assistia esse clipe. É muito sensacional, né. A idéia é fantástica e ele fica um vídeo com uma música de fundo… tira o peso de “ilustrar” ou de “apresentar a música” que o videoclipe às vezes tem. Demais. Falando no Daft Punk, eu gosto MUITO de mais dois clipes deles. Acho que vale a pena compartilhar.

Technologic: dirigito pelo próprio Daft Punk, em 2004. Além de a música ser GENIAL, eu tenho muito medo desse bonequinho.

Around The World: Michel Gondry, 1997 - Esse foi o primeiro clipe com essa coisa “dancinha” que o Michel Gondry dirigiu. Se a gente prestar atenção (se não prestar, também), vai ver que serve muito de inspiração pro que tem lá em cima, na posição 7. Foi outro dos clipes que eu assisti exaustivamente.

2. Weezer - Buddy Holly - Spike Jonze, 1994

Me xinguem o quanto quiserem, eu não acho esse o melhor clipe do Weezer e também não acho o 2o melhor dos anos 90. Ele é tecnicamente perfeito. Figurino, estética, fotografia… tudo combina lindamente com a música e, não é à toa, ele tá gravado na retina de todo mundo que assitia MTV naquela década. Mas, por algum motivo, eu acho ele um dos mais “óbvios” do Spike Jonze… sei lá… CLARO QUE ainda é maravilhoso…

1. Aphex Twins - Come to Daddy - Chris Cunningham, 1997

Seguindo a tradição de qualquer lista indie, o primeiro lugar não é nada mainstream. Eu sei que eu já vi esse clipe algumas vezes, sei que dava na MTV na época, chego a sentir meu cérebro tentando encontrar referências dele na minha memória… contudo, foi só quando as guriazinhas com cara do demo apareceram que eu lembrei disso. Dei um grito aqui. Eu MORRIA de medo desse clipe! Eu tneho muito medo de máscaras (for the record). Mas o clipe é realmente sensacional, parte de uma outra categoria que eu também achava demais: os conscientizadores. Clipes que te faziam pensar, que te impactavam.

Conclusão

Com essa lista aprendemos que:

1) o Spike Jonze É o maior diretor de videoclipe de todos os tempos;

2) ele é seguido bem de perto pelo Michel Gondry;

3) a indústria musical realmente tá devendo muito nos últimos 10 anos…

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Queens no SWU

CONFIRMADO FINALMENTE o show mais falado do SWU. Queens of the Stone age se apresentam no dia 11, junto com Yo La Tengo (feitooooo), Pixies (urru), Linkin Park (hahahah), Cavalera Conspiracy (massa) e outros. Sobre isso, só digo isso:

Isso…

E isso:

Pra ficar nos hits, né!

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